Coluna da Ana:

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Delícia ter 20 anos, a juventude exuberante os hormônios à flor da pele!
Delícia ter 30 anos, a idade que Balzac imortalizou no seu romance, A mulher de 30 anos.
Já foi dito antes que Balzac prestou às mulheres um serviço imenso, pois dobrou para elas a idade do amor…
Curou o amor do preconceito da mocidade.
Se até então jovem para amar era a garota de 15, 20, a mulher de 30 passou a ser olhada com o respeito 
que merece no quesito “tudo de bom”.
E a mulher madura então. Ah! Essa não tem idade!
Pode ser 20, 30, 40 ou 50+.
Não pensem os homens ser mais fácil hoje tratar com uma mulher madura do que no tempo de Balzac.
Hoje parecem mais complexas, independentes. 
Sabem ter segurança até pra pedir um colo.
Ter a sabedoria de ensinar e aprender.
Essa é a meta.
E uma vez estipulada essa meta, luta-se com unhas e dentes até consegui-la.
Estar linda com o que se tem, estar de bem com o próprio corpo,
sem neuras, sem remorsos.
Amar sem amarras, ser feliz!
Fazer só o que se tem vontade.
Sabe dizer não.
A mulher madura não precisa flertar com o namorado da amiga.
Sabe escolher um bom vinho.
Reconhece estar linda na roupa que escolheu, não precisa de opinião, entende seu corpo e sabe o 
que lhe cai bem.
Aprende que postura corporal é tão importante quanto o cabelo tingido.
E mais importante que uma plástica.
Não tem vergonha de dizer não sei
Muito menos de admitir que errou.
Estar incrível em qualquer idade, eis a questão!



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